
A peça “Dia Sim, Dia Não - Assim Falou Zaratustra Para Jó” não se enquadra em um gênero específico ou corrente filosófica determinada. Embora o autor não concorde com a rotulação atribuída ao Teatro do Absurdo,ou mesmo teatro pós-dramático é possível classifica-la dentro dessa corrente. Parte da trilogia que inclui “Labirinto Kafka”(inspirada na obra de Franz Kafka), “Dia sim, Dia Não” se desvincula de qualquer contexto temporal específico, assumindo um viés contemporâneo como toda a obra de Alberto Santos.
Um obstinado pintor crê que todo sofrimento será recompensado e que jamais abandonará suas convicções.Sustenta seu discurso com argumentos filosóficos enquanto é espoliado por um interlocutor de uma entidade chamada “ A Família”.
Um obstinado pintor crê que todo sofrimento será recompensado e que jamais abandonará suas convicções. Sustenta seu discurso com argumentos filosóficos enquanto é espoliado por um interlocutor de uma entidade chamada “A Família”. “Dia Sim, Dia Não - Assim Falou Zaratustra Para Jó” expõe um artista diante da milenar realidade: sobrevivência versus criação.